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Mostrando postagens de fevereiro, 2012
 Um oi pra vocês que vez ou outra me leem. Obrigada por se interessarem pelo blog e pelos meus pensamentos, as vezes confusos, rs. Fico contente a cada dia que vejo as visualizações de página e saber que sempre há alguém lendo.  Um abraço em vocês, e espero um oi também, rs.

Pai.

 Pai, desculpa mesmo se sou ignorante ás vezes, como você disse hoje, mas tudo o que eu quero é um pouco mais de atenção sua, ou eu que sou sentimental demais. Algumas palavras tua me machucam, podem não fazer nenhum efeito em você na hora que diz, mas em mim faz, e como faz... Assim como hoje, não brigamos nem nada, mas basta algumas palavras suas pra me deixar triste, aliás, você pode não saber, ou talvez não aparente, mas eu me preocupo muito com você. Me preocupo em retribuir tudo que você me deu, me preocupo em ser bem sucedida no futuro, pra te deixar orgulhoso, pra você ver que eu consegui.  Pai, me desculpa também se queria que eu fosse alguém melhor, mas juro que sou o melhor que posso ser. Ás  vezes não demonstro muito quem realmente sou, mas saiba que penso muito em você, e penso em satisfazer todas as tuas vontades futuramente e te dar tudo o de melhor.  Sei de todas as coisas que você fez/faz por mim e o quanto tens força de vontade, e por você ser ...

Lembranças e doritos.

-> Clique na imagem para visualizá-la melhor.  Olha o que eu achei no fundo da minha caixinha de lembranças, menos o doritos e os livros, é claro. Além disso, tinha várias cartinhas também, de amigos da escola, ganhava muitas cartas e adorava, hoje recebo-as raramente por e-mail ou recado em alguma rede social, mas eu prefiro mesmo a escrita, bem mais emocionante, e poderei reler mais vezes também.  Então, aqui achei agendas, das menininhas, da barbie, da capricho, que ganhei da minha irmã. Adorava escrever em agendas, nem que fossem só poesias, mas sempre tinha que escrever alguma coisa.  Tinha um mini game também, que não lembro onde ganhei, mas sei que ele foi meu passatempo por muitos dias de tédio, antes de eu ter conhecimento de um computador. E o mais legal é que ele ainda funciona, e vou ficar essa tarde jogando o joguinho que tem nele.  Tinha uma carteira de estudante também, da sexta série. E aí lembrei que as vezes eu recolhia essas cartei...

#LiNoJornal

A crítica das críticas   Aqui vai eu criticar uma coisa que já foi criticada, até porque eu adoro fazer isso.  Mas então... li no jornal a indignação de uma leitora que diz ser irmã de um cara que foi preso por tráfico de drogas. No jornal, ela disse que foi verídico o que publicaram, principalmente na parte em que falaram da Mãe dela, sendo que esta tem problemas de saúde, e os policiais utilizaram o "poder da farda" para atingir o irmão dela. Ela conta também que os policiais levaram objetos, alegando serem roubados, sendo que ela deu o celular pra Mãe dela e está com nota fiscal. A indignação dela é que publicaram somente a versão dos policiais.   Isso não se parece interessante, não é mesmo? Mas calma que vai ficar.  Abaixo da indignação da moça, havia um outro relato de um outro leitor, dessa vez, um policial, falando não estar conformado com a matéria veiculada na mídia que envolveu policiais militares e a CowParade.  Pra quem não sabe do que esto...

Talking to the moon.

 Uma música. Na verdade não apenas uma música, não praqueles dois que estavam cheios de sentimentos, sentimento louco de amar e vontade de ficar um mais próximo do outro. Quando ele ouvia lembrava dela, quando ela ouvia, lembrava dele. Era a música mais tocada naquele momento.  Num questionário, tinha a pergunta: Qual a trilha sonora da sua vida? Ele respondera: talking to the moon. E daí em diante, foi a trilha sonora dos dois, e o sentimento aumentava cada dia mais, e continua assim, sucessivamente...  Eram dois adolescentes, com sentimentos confusos. Que não sabiam ainda o que era desejar tanto uma pessoa, que não sabiam que os sentimentos eram compatíveis, que ambos sentiam o mesmo.  Na tradução da música diz: "eu sei que você está em algum lugar lá fora, em algum lugar longe". E sim, eles estavam em algum lugar lá fora, era perto, mas parecia tão longe quando não se viam. Foram quase dois anos que se esbarravam pelos mesmos corredores, mas não tinha olhares, ...