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Mostrando postagens de setembro, 2011

Abandono versus ilusão.

  Tudo começa com a sensação de abandono, quando a paixão acaba e você percebe que ele não era tão perfeito assim e aí você vê. Você vê o quão grande foi a ilusão.  Ele tivera pena de você o tempo todo, não queria te deixar mal, mas não te amava, nem admirava, você era apenas uma coitadinha. Pode-se dizer que você era ninguém pra ele. E ele sentia vergonha, vergonha por uma pessoa como você gostar dele.  Eu sinto que não vai valer a pena, mas mesmo assim eu tento. Quando a gente ama, não existe limites pra conquistar a pessoa - mesmo sabendo que o amor fode com tudo - mesmo sabendo que vamos nos machucar. Já é uma coisa que não se passa em branco. E se te perguntarem o que você fez da vida? Que tal responder: - Eu amei. Não importa se correspondido ou não. Apenas amei.  Os sonhos se apagaram, marcas você deixou em mim, as dores se vão mas a tristeza está longe do fim.  E é quando você percebe, que você se lamenta, lamenta mais do que tudo pelo abandono, e is...

Reclamação 1.

 Oi, então... vou fazer uma coisa que todo mundo sabe fazer bem: RECLAMAR!  Tem como título "Reclamação 1." porque eu sei que obviamente, reclamarei mais vezes aqui.  E vou falar de política também, que é um assunto que eu não sei falar, só vou enrolar vocês aqui...  Mas gente, esse 'Brazil' (com Z porque é assim que nosso país está, escrito errado)  tá uma miséria, que qué isso? Miséria, levando em conta, a população mesmo. Que que esses políticos andam fazendo com nosso dinheiro que eu nem vejo ''tanta'' melhoria assim?  Parada gay, inúmeras coisas pro carnaval, 'construções, reconstruções, pra copa', e não sei pra que tanto trio elétrico, e não sei pra que Florianópolis se preocupa mais com os turistas, e com o que eles pensam da cidade, do que com os próprios habitantes. Principalmente pela parte de Florianópolis, acho que, a maioria das coisas são gastas com turismo, coisas pra atrair turistas e quase nunca deixar o próprio morador cont...
Só isso.

Conto 2.

 Em meio a escuridão da noite, Pedro caminhava com seus avós; para e olha aquela rua abandonada que tivera tanto medo na infância, olha pro céu, vê a lua minguante, linda, céu sem estrelas, só ele e a lua, percebe um vulto passar por ele, sente um arrepio, deve ser o frio, ou não. Ouve barulho de carro, e ao longe, avista faróis altos. Procura seus avós. Onde estão? Chama-os. Silêncio. Olha pra trás, vê um homem alto, de capuz preto, correndo em sua direção. Pedro corre. Chega em casa, tranca a porta apressadamente. Alguém bate. Ele se afasta e ouve sua Mãe gritando algo ininteligível e... : - Pedro, abra! Ele abre, era só seu avô. Vai até o quarto, sua avó já estava deitada. Não pode ter passado tanto tempo assim olhando aquela rua. Descobre que sim, passara muito tempo; e seu avô tinha ido buscá-lo.  Sonho. Pedro sonha com um homem alto, de capuz preto, correndo em sua direção, de novo. Dessa vez não era seu avô. Pedro desconhece aquele rosto. Um rosto deformado, feio, tent...