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Mostrando postagens de agosto, 2011

Conto 1.

 Primavera. Dia lindo. E faziam três anos de namoro, tava tudo perfeito, até um dos dois desistirem, até um dos dois trocarem três anos de amor por liberdade. Liberdade. Apenas isso.  Maria trocou amigas, baladas, homens, família e adolescência, por um amor, e não se arrependera disso até então. Diego era a sua cabeça, vivia por ele e esqueceu de viver por ela mesma, tudo em troca dele, nada a altura o substituía. Diego. Diego trocou curtição, futebol com amigos, estudos, melhores amigos. Por ela. Porque ele sabia que dali em diante ela seria sua. Pra sempre.  De duas semanas pra cá, Maria mudou, tão repentinamente, sem explicações, sem se abrir com ninguém, ficou com suas angústias para si. E o desespero dentro dela ia crescendo, sentia-se sozinha. Jamais se imaginou vivendo sem Diego, agora já não dava mais, ela sentia-se muito presa à ele. Aquele era um momento dela, abriu os olhos pro mundo e viu que não aproveitara nada, sua adolescência tá passando rápido, tão rápid...

Sei lá.

 Não tenho escrito muito aqui, porque o blog chegou às mãos de quem eu não queria, mas de alguma forma chegou. Por isso eu não queria ninguém falando do blog, era pra ficar na internet e não sair daqui, não era pra ninguém falar que eu tenho um blog, em público, era pra permanecer aqui, sem atingir tal público, mas não foi assim, infelizmente. Infelizmente porque, minha inspiração tava sendo baseada em tal pessoa, agora não poderei citar nada, qualquer citação ela vai saber que é dela e pra ela. Qualquer coisa.  É um sentimento muito confuso, isso tudo. Sou uma pessoa muito bem humorada, mas não transmito mais isso, não diariamente. Há algo mais forte que o meu humor, há uma força maior que me faz achar tudo legal e acreditar fácil, tão fácil nas palavras, mas depois você lê uma coisinha que não gosta, e isso fode com teu dia inteiro. E tá ficando tudo chato. Várias vezes eu pensei que nem deveria ter acordado, que nem deveria chegar e ligar o computador, que nem deveria te d...

Ciúmes.

 PUTA QUE PARIU... meu gato pôs um ovo, mas gato não põe ovo, puta que pariu de novo, eu sou vampiro doidão, tãnãnãnãnã   ♫ .  Na verdade era pra sair somente as três primeiras palavras do parágrafo anterior, mas como me lembrei da música, não pude evitar.  Então, ciúmes... que palavra feia cara e que sentimento demoníaco.   Odeio sentir ciúmes, ODEIO! E é por isso que eu to estressada hoje. Sabe quando tu fica braba com a pessoa sem ela ter te feito nada? Então, sou dessas. Por isso que ninguém me entende, porque eu sou imprevisível.  O ciúme é a cruz que você tem que carregar durante essa vida, é uma coisa que vem do além . E o que antes era só pessoalmente, agora também virou virtualmente. Você tem ciúme de um comentário numa foto, você tem ciúme de uma foto, de um subnick de msn, do status da pessoa, ciúmes das pessoas que ela fala, ciúmes de um sorriso que não foi pra você, ou que não foi causado por você, enfim... a pior coisa que pode acontecer...

Seu Carlos.

 Ontem a noite fui dormir pensando no post de hoje, eu tenho que me inspirar, eu tenho que melhorar, eu tenho que buscar escrever mais. Escrever é meu ponto de relaxamento, e o único meio que eu encontro de me "desestressar".  Mas pensando nisso ontem a noite, me veio à cabeça a figura de uma pessoa limpando os vidros. Eu queria saber o porquê de eu pensar nessa pessoa, queria saber o que ela trás de bom pra mim. E foi através da imagem dela na minha mente que me inspirou a escrever hoje. Eu deveria ter levantado da cama, pegar o caderno e escrever, mas tava frio. Eu tava inspirada, 'escrevi' este texto mentalmente, esqueci o que era pra ser realmente escrito, mas vamos lá...  Seu Carlos. Ah, eu não sei o que ele representa pra mim, não mesmo. Talvez ele me lembre meu vô, talvez o jeito dele faça eu pensar que ele tenha um coração tão grande quanto o do vô. Se meu vô estivesse morto (e ainda bem que não está, rs), Seu Carlos me lembraria dele todos os dias.  Seu Car...