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Mostrando postagens de abril, 2013

O dia todo. Todo dia.

Em uma só imagem.

Outro.

 E quando finalmente eu fui me encontrar com o cara do algodão doce, foi aí que eu vi.  Não, não, na verdade foi quando eu vi os dois juntos, daí eu pude perceber.  Estava ali, no meio deles, entre os olhares.  A verdade é que eu não falei com o cara do algodão doce.  Ora, eu não precisava falar. Já vira tudo.  Sabe, tem horas em que a gente não precisa falar nada, que os olhos já dizem por si só.  Então eles me olharam, eles me viram ali, eu atrapalhei o momentos deles.  Não, não atrapalhei não!  Eles nem sabem quem eu sou, mas eu estou sempre aqui.  Ninguém precisa me dizer nada, nem mentir pra mim, eu simplesmente sei de tudo.  Sempre foi assim.  Mas sabe porque esse texto é todo junto, que não tem aquele espaço quando eu termino um jogo de premissas?  É porque eles estão juntos. Nada divide.  E sabes o que mais?  E sabes o que eu vi no meio deles?  Eu vi no meio deles uma palavra, A - M - ...

Algodão doce.

Acho que ela foi... Não, talvez só tenha... ãm... eu não sei se... ou talvez seja verdade mesmo. Ele leva um coração dentro dele, leva sim. Mas... e ela? Não consigo entender ela, nunquinha entendi. Por quê? Ela não era dele? Ou então só ele que era dela? Confuso saber... Ela tá lá bebendo. Mas... espera, ele também tá bebendo. Só que ela vodka, e ele chimarrão. Hahahaha, você achou que ele bebia como ela, né? Eu também, eles me enganaram, hahaha. Mas não dá nada, borboletas no estômago qualquer um tem. Eu sei que não tá fazendo sentido, mas pra quê fazer? Não tem sentido se fizer sentido. Deve ser por isso então, que... Desculpa, eu não posso falar. Prometi que não falaria. A única parte doce da vida dela, sabe o que era? Algodão doce! Quando ela comia algodão doce, ela sentia o único doce da vida, ou talvez o único prazer dela. A parte doce da vida dele era tudo. Tudinho. Mas agora ele não tinha mais ela. Será que tudo ainda é doce pra ele? Bom... ao menos, al...