E quando finalmente eu fui me encontrar com o cara do algodão doce, foi aí que eu vi.
Não, não, na verdade foi quando eu vi os dois juntos, daí eu pude perceber.
Estava ali, no meio deles, entre os olhares.
A verdade é que eu não falei com o cara do algodão doce.
Ora, eu não precisava falar. Já vira tudo.
Sabe, tem horas em que a gente não precisa falar nada, que os olhos já dizem por si só.
Então eles me olharam, eles me viram ali, eu atrapalhei o momentos deles.
Não, não atrapalhei não!
Eles nem sabem quem eu sou, mas eu estou sempre aqui.
Ninguém precisa me dizer nada, nem mentir pra mim, eu simplesmente sei de tudo.
Sempre foi assim.
Mas sabe porque esse texto é todo junto, que não tem aquele espaço quando eu termino um jogo de premissas?
É porque eles estão juntos. Nada divide.
E sabes o que mais?
E sabes o que eu vi no meio deles?
Eu vi no meio deles uma palavra, A - M - O - R .
É uma palavra porque eu não sei o que é amor, mas então, como eu posso dizer que há amor se eu não sei o que é?
Nem eu mesmo sei.
Que confusão que eu fiz!
Logo eu que sabia de tudo!!!
Mas agora você já sabe a verdade, né? Ela estava amando o cara do algodão doce.
Ela devia estar muito feliz.
Pois se o algodão doce era o que realmente adoçava a vida dela, que deixava ela feliz, então agora ela beija o cara do algodão doce, a vida dela deve estar mais doce do que nunca.
E sabes? É isso que importa, o "ele" do outro texto que se dane, ele não fazia algodão doce pra ela.
Ele amava ela, sim, mas não fazia algodão doce. De quê adianta?
Não, não, na verdade foi quando eu vi os dois juntos, daí eu pude perceber.
Estava ali, no meio deles, entre os olhares.
A verdade é que eu não falei com o cara do algodão doce.
Ora, eu não precisava falar. Já vira tudo.
Sabe, tem horas em que a gente não precisa falar nada, que os olhos já dizem por si só.
Então eles me olharam, eles me viram ali, eu atrapalhei o momentos deles.
Não, não atrapalhei não!
Eles nem sabem quem eu sou, mas eu estou sempre aqui.
Ninguém precisa me dizer nada, nem mentir pra mim, eu simplesmente sei de tudo.
Sempre foi assim.
Mas sabe porque esse texto é todo junto, que não tem aquele espaço quando eu termino um jogo de premissas?
É porque eles estão juntos. Nada divide.
E sabes o que mais?
E sabes o que eu vi no meio deles?
Eu vi no meio deles uma palavra, A - M - O - R .
É uma palavra porque eu não sei o que é amor, mas então, como eu posso dizer que há amor se eu não sei o que é?
Nem eu mesmo sei.
Que confusão que eu fiz!
Logo eu que sabia de tudo!!!
Mas agora você já sabe a verdade, né? Ela estava amando o cara do algodão doce.
Ela devia estar muito feliz.
Pois se o algodão doce era o que realmente adoçava a vida dela, que deixava ela feliz, então agora ela beija o cara do algodão doce, a vida dela deve estar mais doce do que nunca.
E sabes? É isso que importa, o "ele" do outro texto que se dane, ele não fazia algodão doce pra ela.
Ele amava ela, sim, mas não fazia algodão doce. De quê adianta?

Comentários
Postar um comentário