À vocês que não entenderam a moral do Conto 3, explico-me.
Como disse no twitter "é por meio das palavras pequenas que tento demonstrar um turbilhão de coisas". "de coisas que quase ninguém percebe".
Acho mesmo que talvez seja imperceptível pra alguns, aliás, muitas vezes eu não escrevo pra mim, escrevo pra vocês, por cada história que ouço e convivo no dia a dia, que acaba me inspirando a escrever aqui. Tento chamar a atenção de alguns, tento também fazê-los refletir, pois como diria Augusto Cury "o mundo está cheio de repetidores de ideias, e há poucos que o tornam pensadores", assim tento eu, fazer com que vocês pensem e repensem mais, e não apenas leiam.
Mas então, quanto ao Conto 3... Tinha 'a casa', 'a casa' poderia significar os sentimentos, quem sabe. Há sentimentos que são vigiados, tem sempre alguém querendo saber da nossa vida, tem sempre alguém interessado. Quando fala que a casa não foi reformada, desde quando construída, tentei passar a imagem de aquela pessoa que nunca muda, insiste no mesmo erro, não faz uma reforma em si mesma.
Olha... na verdade não vou citar os parágrafos, mas vou tentar me expressar de uma forma geral, para que entendam.
Os gritos, poderiam ser nossos berros por dentro, o quanto queremos sair daquele problema e não conseguimos, imploramos ajuda por dentro, alguns nos ouvem, mas não se importam. Não adianta você querer fugir, se isolar, os problemas irão atrás.
As panelas da casa, como devem ter notado, ficavam ao chão, tudo era bagunça naquela casa, logo, a vida de Steffanie era uma bagunça.
Há vida cheia de mistério, cada um tem um segredo que guarda com si e ninguém sabe, ninguém é totalmente sincero às vezes. Há pessoas que estapam o rancor na cara, ninguém precisa saber se ela está triste ou não, ela simplesmente aparenta isso.
Quanto a Steffanie, ela tentou fugir dos pais (dos problemas), procurando outro lugar, e o que aconteceu? Os pais (os problemas) foram juntos, não a deixaram em paz. E sempre tem alguém também (Ele), que quer nos ajudar, que vai estar sempre ali, sabendo ou não, pra fazer o mal ou não, haverá sempre alguém.
Muitas vezes não demonstraremos sentimentos, não faremos contato visual pra não nos entregar totalmente, seremos frios com nós mesmos.
Mas até que um dia, quando percebermos que estamos sozinhos, que perdemos o que queríamos, vamos dar valor, e aí a conquista será só.
Você vai ter problemas, vai ficar sozinho algumas vezes, ou quase sempre, vai ter motivos pra querer fugir, mas não adianta. Tem que tentar, assim como Steffanie, que sonhou com o inesperado, cansou da rotina, colocou um sorriso no rosto, mesmo com todas as dores, e foi a luta, foi fazer o que ela queria, foi tentar encontrar um rumo (outro Ele). Mas também, pense... e se ela olhasse pra ele e demonstrasse todo o desejo, igualmente ele sentia por ela? Quem sabe ela não estaria sozinha, quem sabe tenha valido a pena deixar o orgulho de lado e estar com quem gosta hoje. Quem sabe ela seria feliz, sem fingimentos.
Ele a deixou de procurar não porque não gostava mais, mas porque entendeu errado. E tá cheio de gente entendendo errado por aí. Ou talvez tenha sido melhor pra ele, ele não seria bobo de ficar com alguém que não demonstrava seus sentimentos.
E quando menciono a paz, é tudo o que você pode fazer, é ficar em paz consigo mesmo. Esquece os outros, esquece as dores, as perdas... ora, claro que é difícil, mas se ajude, tente!
Durma até a próxima ''segunda feira'', mas quando acordar, acorde disposto, solte os cabelos (solte você mesmo) e vá ao mundo, queira felicidade, conquiste confiança, transborde tudo o que você sabe, expresse-se melhor...
Não é só isso, mas o resto... o resto fica por conta de vocês. E eu sei que conseguem.
Como disse no twitter "é por meio das palavras pequenas que tento demonstrar um turbilhão de coisas". "de coisas que quase ninguém percebe".
Acho mesmo que talvez seja imperceptível pra alguns, aliás, muitas vezes eu não escrevo pra mim, escrevo pra vocês, por cada história que ouço e convivo no dia a dia, que acaba me inspirando a escrever aqui. Tento chamar a atenção de alguns, tento também fazê-los refletir, pois como diria Augusto Cury "o mundo está cheio de repetidores de ideias, e há poucos que o tornam pensadores", assim tento eu, fazer com que vocês pensem e repensem mais, e não apenas leiam.
Mas então, quanto ao Conto 3... Tinha 'a casa', 'a casa' poderia significar os sentimentos, quem sabe. Há sentimentos que são vigiados, tem sempre alguém querendo saber da nossa vida, tem sempre alguém interessado. Quando fala que a casa não foi reformada, desde quando construída, tentei passar a imagem de aquela pessoa que nunca muda, insiste no mesmo erro, não faz uma reforma em si mesma.
Olha... na verdade não vou citar os parágrafos, mas vou tentar me expressar de uma forma geral, para que entendam.
Os gritos, poderiam ser nossos berros por dentro, o quanto queremos sair daquele problema e não conseguimos, imploramos ajuda por dentro, alguns nos ouvem, mas não se importam. Não adianta você querer fugir, se isolar, os problemas irão atrás.
As panelas da casa, como devem ter notado, ficavam ao chão, tudo era bagunça naquela casa, logo, a vida de Steffanie era uma bagunça.
Há vida cheia de mistério, cada um tem um segredo que guarda com si e ninguém sabe, ninguém é totalmente sincero às vezes. Há pessoas que estapam o rancor na cara, ninguém precisa saber se ela está triste ou não, ela simplesmente aparenta isso.
Quanto a Steffanie, ela tentou fugir dos pais (dos problemas), procurando outro lugar, e o que aconteceu? Os pais (os problemas) foram juntos, não a deixaram em paz. E sempre tem alguém também (Ele), que quer nos ajudar, que vai estar sempre ali, sabendo ou não, pra fazer o mal ou não, haverá sempre alguém.
Muitas vezes não demonstraremos sentimentos, não faremos contato visual pra não nos entregar totalmente, seremos frios com nós mesmos.
Mas até que um dia, quando percebermos que estamos sozinhos, que perdemos o que queríamos, vamos dar valor, e aí a conquista será só.
Você vai ter problemas, vai ficar sozinho algumas vezes, ou quase sempre, vai ter motivos pra querer fugir, mas não adianta. Tem que tentar, assim como Steffanie, que sonhou com o inesperado, cansou da rotina, colocou um sorriso no rosto, mesmo com todas as dores, e foi a luta, foi fazer o que ela queria, foi tentar encontrar um rumo (outro Ele). Mas também, pense... e se ela olhasse pra ele e demonstrasse todo o desejo, igualmente ele sentia por ela? Quem sabe ela não estaria sozinha, quem sabe tenha valido a pena deixar o orgulho de lado e estar com quem gosta hoje. Quem sabe ela seria feliz, sem fingimentos.
Ele a deixou de procurar não porque não gostava mais, mas porque entendeu errado. E tá cheio de gente entendendo errado por aí. Ou talvez tenha sido melhor pra ele, ele não seria bobo de ficar com alguém que não demonstrava seus sentimentos.
E quando menciono a paz, é tudo o que você pode fazer, é ficar em paz consigo mesmo. Esquece os outros, esquece as dores, as perdas... ora, claro que é difícil, mas se ajude, tente!
Durma até a próxima ''segunda feira'', mas quando acordar, acorde disposto, solte os cabelos (solte você mesmo) e vá ao mundo, queira felicidade, conquiste confiança, transborde tudo o que você sabe, expresse-se melhor...
Não é só isso, mas o resto... o resto fica por conta de vocês. E eu sei que conseguem.
Comentários
Postar um comentário