Aula de física, sobre termologia, me dá aquela ânsia de escrever. Assim como vampiro precisa de sangue eu preciso da escrita, preciso de todas as palavras que passam pela minha mente, preciso de todas juntas, postas em prática.
Já nem presto mais atenção na aula, os exercícios estão todos aqui, e continuarão aqui...
Começo a ficar com raiva da fala do professor, que me impede de me concentrar, me impede de raciocinar. Analiso-o. Sinto o cheiro dele, e ao mesmo tempo, vontade de tê-lo.
Olho pra lua, tão linda. Me dá aquele calafrio, coisa que acontece bem raramente, e que quando acontece, sei que o mal de mim mesma está por vir. Começo a suar, a me estremecer, assustando assim a menina do meu lado, que aparentava ser tão frágil, frágil percebi que eram todos, que já naquele instante sentiam medo de mim, até eu sinto, mas a vontade do professor era incontrolável. Mas o culpado disso é ele, por me deixar com raiva.
A sala estava fechada, mas havia uma saída, eu poderia sair pelo teto, há uma parte destampada, fugiria sem ferir ninguém. Levantei, percebi os outros se afastando de mim e abrindo caminho por onde eu passava, foi me dando raiva, muita raiva. Por que se afastavam? Fiquei enfurecida. Foi onde a vontade do professor começou a crescer, e a vontade de fugir foi-se embora, embora por aquela abertura no teto.
Rangi os dentes. O professor estava de costas, como a sala era barulhenta, ele nem estranhou nada, foi quando ele se virou, de encontro aos meus olhos... rangi pra ele. Ele pensava tão alto, que pude ouvir o medo dentro dele, no fundo ele não acreditava, estava horrorizado, perplexo. Senti meus olhos avermelharem. Agora sentia muito mais forte o sangue que corria em suas veias. Ataquei-o. O rosto dele se encheu de sangue, os olhos se igualaram aos meus. E eu continuava ali, a sugar o sangue dele, mas não queria matá-lo, ele seria dos bons. Quando percebi, minhas unhas estavam cravadas em sua pele, minha força era maior que tudo.
As luzes começaram a piscar. Faltou luz. Pra mim, aquilo foi uma festa, agora sim a festa começaria, seria a melhor de todas, foi um momento mágico. Enquanto eu o lambia, ouvia gritos ao fundo da sala, uns apenas berravam, outros pediam socorro, que ingênuos, ninguém os ouviria, apenas eu. E aquilo tudo me dava um êxtase, me excitava. Deixei o professor.
Percebi que ao atacá-lo, feri um menino á minha frente, a perna esquerda dele jorrava sangue, já havia um poço de sangue na sala, na qual, agora, o professor se alimentava.
Via aqueles adolescentes assustados... olhei pro teto, me deu mais fome, e pensei: mais um.
Peguei então o mais gordinho da sala, que estava no canto, soluçando, com os braços abraçando os joelhos. Chamei ele, levantou-se calmamente, sorri pra ele e vi pingar a última lágrima, joguei-o na parede e me alimentei dele, e quando me dei conta, professor atacava-o pelo lado oposto, puxando-o de mim. Ouvi ossos quebrarem.
A essa hora, a escola já era pra estar vazia, devem ter estranhado algo, alguém abria a porta. A saída... a saída...
Fugi pelo telhado tão rápido que devem ter visto só um vulto, ou nem isso.
Minha noite foi demais... mas ainda não acabou. Ainda preciso voltar e tirar o professor de lá.
Subi na árvore mais alta do pátio, estava sem luz mesmo, ninguém me veria. Havia muitos carros de polícia, e somente isso. Fecharam as janelas, sumiram-se os carros, os homens, a polícia, a diretora. Todos se foram. Era minha vez de voltar.
Voltei pelo mesmo caminho que saí, só que dessa vez foi mais trabalhoso, não queria deixar rastros de sangue, da minha roupa. Entrei na sala, os adolescentes estavam mortos, todos. Olhei professor, ele se alimentara de todos, se alimentou tanto que apagou. Não sabia ao certo se morrera ou não. Tive que arrastar ele pelo corredor, por aquele corredor gelado e nojento. Ele ainda sangrava muito.
Já nem presto mais atenção na aula, os exercícios estão todos aqui, e continuarão aqui...
Começo a ficar com raiva da fala do professor, que me impede de me concentrar, me impede de raciocinar. Analiso-o. Sinto o cheiro dele, e ao mesmo tempo, vontade de tê-lo.
Olho pra lua, tão linda. Me dá aquele calafrio, coisa que acontece bem raramente, e que quando acontece, sei que o mal de mim mesma está por vir. Começo a suar, a me estremecer, assustando assim a menina do meu lado, que aparentava ser tão frágil, frágil percebi que eram todos, que já naquele instante sentiam medo de mim, até eu sinto, mas a vontade do professor era incontrolável. Mas o culpado disso é ele, por me deixar com raiva.
A sala estava fechada, mas havia uma saída, eu poderia sair pelo teto, há uma parte destampada, fugiria sem ferir ninguém. Levantei, percebi os outros se afastando de mim e abrindo caminho por onde eu passava, foi me dando raiva, muita raiva. Por que se afastavam? Fiquei enfurecida. Foi onde a vontade do professor começou a crescer, e a vontade de fugir foi-se embora, embora por aquela abertura no teto.
Rangi os dentes. O professor estava de costas, como a sala era barulhenta, ele nem estranhou nada, foi quando ele se virou, de encontro aos meus olhos... rangi pra ele. Ele pensava tão alto, que pude ouvir o medo dentro dele, no fundo ele não acreditava, estava horrorizado, perplexo. Senti meus olhos avermelharem. Agora sentia muito mais forte o sangue que corria em suas veias. Ataquei-o. O rosto dele se encheu de sangue, os olhos se igualaram aos meus. E eu continuava ali, a sugar o sangue dele, mas não queria matá-lo, ele seria dos bons. Quando percebi, minhas unhas estavam cravadas em sua pele, minha força era maior que tudo.
As luzes começaram a piscar. Faltou luz. Pra mim, aquilo foi uma festa, agora sim a festa começaria, seria a melhor de todas, foi um momento mágico. Enquanto eu o lambia, ouvia gritos ao fundo da sala, uns apenas berravam, outros pediam socorro, que ingênuos, ninguém os ouviria, apenas eu. E aquilo tudo me dava um êxtase, me excitava. Deixei o professor.
Percebi que ao atacá-lo, feri um menino á minha frente, a perna esquerda dele jorrava sangue, já havia um poço de sangue na sala, na qual, agora, o professor se alimentava.
Via aqueles adolescentes assustados... olhei pro teto, me deu mais fome, e pensei: mais um.
Peguei então o mais gordinho da sala, que estava no canto, soluçando, com os braços abraçando os joelhos. Chamei ele, levantou-se calmamente, sorri pra ele e vi pingar a última lágrima, joguei-o na parede e me alimentei dele, e quando me dei conta, professor atacava-o pelo lado oposto, puxando-o de mim. Ouvi ossos quebrarem.
A essa hora, a escola já era pra estar vazia, devem ter estranhado algo, alguém abria a porta. A saída... a saída...
Fugi pelo telhado tão rápido que devem ter visto só um vulto, ou nem isso.
Minha noite foi demais... mas ainda não acabou. Ainda preciso voltar e tirar o professor de lá.
Subi na árvore mais alta do pátio, estava sem luz mesmo, ninguém me veria. Havia muitos carros de polícia, e somente isso. Fecharam as janelas, sumiram-se os carros, os homens, a polícia, a diretora. Todos se foram. Era minha vez de voltar.
Voltei pelo mesmo caminho que saí, só que dessa vez foi mais trabalhoso, não queria deixar rastros de sangue, da minha roupa. Entrei na sala, os adolescentes estavam mortos, todos. Olhei professor, ele se alimentara de todos, se alimentou tanto que apagou. Não sabia ao certo se morrera ou não. Tive que arrastar ele pelo corredor, por aquele corredor gelado e nojento. Ele ainda sangrava muito.
Pelo menos ninguém me veria puxando-o. Seria um caso de muito mistério.
Ainda sinto o gosto de sangue na boca. Em casa, sorrio pra mim mesma no espelho, me sinto maravilhosamente bem.
Espero que nunca leem esse diário, aliás, pouco importa, ninguém acreditaria.


fã de vampire diaries?
ResponderExcluirhmmm, não.
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