Ei, ei, yeh! Ei ei ei ei ei ei yeh!
Cadê tu ó espírito anjo que fica do meu lado de vez em quando me inspirando, me ditando... Cadê tu que não mais viesse cá ao meu lado me fazer escrever meus contos, minhas histórias, que nem pra faculdade tá adiantando. Essa tua demora me fez escrever e pensar por mim e não mais por ti, escrevi, escrevi e escrevi, não atingi o limite máximo, mas chegarei lá, porque tu sabe, com tu ou sem tu eu escrevo, e eu sei que por mais estranho que pareça meus escritos, as pessoas gostam.
Aliás, cá pensando, não existe mais Filosofia como antes. Ah, ó espírito anjo, como eu queria viver daquele e naquele tempo, ir por entre as profundezas da Grécia, por entre Atenas, desvendar o mundo e até mesmo fazer parte da mitologia grega, e até mesmo estar pelo Panteão, não estudar, e sim fazer parte!
Gosto da Filosofia, tu bem sabes, ah se sabes! Mas discordo da maneira como ela é ensinada, sei que tu também não gostas. Aliás, ensinada ela não mais é, pelo contrário, se é que me entendes, ela é contrariada, ela é desensinada, se assim posso-a chamar.
Ó Filosofia, vangloria tuas raízes nas pessoas pelas quais chamo-os mentalmente de filósofos contemporâneos, que a nada de bom nos ensinam. Assim me parece que tu te tornastes um deus no Oráculo, e todo aquele processo de pergunta e horas de espera para resposta, e ainda assim, com resposta não tão bem estabelecida, tuas raízes estão esquecidas, e até mesmo aqueles que sabem disso, prosseguem como se não soubessem, pois é o que exige a Academia.
A Academia... queria eu fazer parte se fosse ainda na época de Platão. A Academia que por mim não forma pensadores, e sim repetidores, e sim interpretadores do que foi dito, sem liberdade é o que talvez exija a Academia.
LIBERDADE!!! Espírito anjo, Filosofia... vocês sabem como amo a liberdade. Liberdade aquela de se expressar, liberdade aquela de falar o que já não foi dito. Mas como prosseguir assim? Ó Filosofia, me aponte um caminho, diga que pelo qual estou indo é o mais prazeroso, é o mais divino, é a forma certa de chegar até ti.
Como prosseguir?
Oh yeh yeh, yeh yeh.
Cadê tu ó espírito anjo que fica do meu lado de vez em quando me inspirando, me ditando... Cadê tu que não mais viesse cá ao meu lado me fazer escrever meus contos, minhas histórias, que nem pra faculdade tá adiantando. Essa tua demora me fez escrever e pensar por mim e não mais por ti, escrevi, escrevi e escrevi, não atingi o limite máximo, mas chegarei lá, porque tu sabe, com tu ou sem tu eu escrevo, e eu sei que por mais estranho que pareça meus escritos, as pessoas gostam.
Aliás, cá pensando, não existe mais Filosofia como antes. Ah, ó espírito anjo, como eu queria viver daquele e naquele tempo, ir por entre as profundezas da Grécia, por entre Atenas, desvendar o mundo e até mesmo fazer parte da mitologia grega, e até mesmo estar pelo Panteão, não estudar, e sim fazer parte!
Gosto da Filosofia, tu bem sabes, ah se sabes! Mas discordo da maneira como ela é ensinada, sei que tu também não gostas. Aliás, ensinada ela não mais é, pelo contrário, se é que me entendes, ela é contrariada, ela é desensinada, se assim posso-a chamar.
Ó Filosofia, vangloria tuas raízes nas pessoas pelas quais chamo-os mentalmente de filósofos contemporâneos, que a nada de bom nos ensinam. Assim me parece que tu te tornastes um deus no Oráculo, e todo aquele processo de pergunta e horas de espera para resposta, e ainda assim, com resposta não tão bem estabelecida, tuas raízes estão esquecidas, e até mesmo aqueles que sabem disso, prosseguem como se não soubessem, pois é o que exige a Academia.
A Academia... queria eu fazer parte se fosse ainda na época de Platão. A Academia que por mim não forma pensadores, e sim repetidores, e sim interpretadores do que foi dito, sem liberdade é o que talvez exija a Academia.
LIBERDADE!!! Espírito anjo, Filosofia... vocês sabem como amo a liberdade. Liberdade aquela de se expressar, liberdade aquela de falar o que já não foi dito. Mas como prosseguir assim? Ó Filosofia, me aponte um caminho, diga que pelo qual estou indo é o mais prazeroso, é o mais divino, é a forma certa de chegar até ti.
Como prosseguir?
Oh yeh yeh, yeh yeh.
Comentários
Postar um comentário