Então você vê pela janela, como a chuva cai forte, e não quer sair pra rua, mas tem que sair.
Você espera ela parar, e ela não para, só vai ficando cada vez mais forte.
Então você decide sair, porque não dá pra ficar esperando mais, e mais, você tem que ir.
Você sai e vê que ela não era tão forte assim, que dá pra aguentá-la, você se molha, e até gosta, mesmo com o guarda-chuva, mas não liga, e pensa: Nossa, e eu pensei que era uma chuvarada!
É diferente entre olhar a chuva e estar na chuva, os olhos veem mais do que realmente é, mas quando sentimos, vimos que ela, a chuva, não era tudo aquilo que nosso olhar nos mostrou.
E com essa metáfora, você faz o que você quiser.
Você espera ela parar, e ela não para, só vai ficando cada vez mais forte.
Então você decide sair, porque não dá pra ficar esperando mais, e mais, você tem que ir.
Você sai e vê que ela não era tão forte assim, que dá pra aguentá-la, você se molha, e até gosta, mesmo com o guarda-chuva, mas não liga, e pensa: Nossa, e eu pensei que era uma chuvarada!
É diferente entre olhar a chuva e estar na chuva, os olhos veem mais do que realmente é, mas quando sentimos, vimos que ela, a chuva, não era tudo aquilo que nosso olhar nos mostrou.
E com essa metáfora, você faz o que você quiser.
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